CENTRO DE NOTÍCIAS LEMA

Notícias e Blog

Centro de Notícias

Interruptor de alavanca ON-ON-ON: Lógica de circuito e cablagem
Blog LEMA Electric

Interruptor de alavanca ON-ON-ON: Lógica de circuito e cablagem

Um interruptor de báscula ON-ON-ON é um seletor de três posições com uma combinação de contactos ativos nas três posições da alavanca. Na versão comum DPDT de seis terminais, os dois polos não se deslocam necessariamente da mesma forma na posição central: um polo pode ligar-se a uma extremidade, enquanto o outro se liga à extremidade oposta. Essa lógica central desfasada é o que torna possíveis os circuitos em série/divididos/paralelos e outros circuitos de três modos. Nunca o ligue a partir de um diagrama ON-OFF-ON; identifique primeiro cada par de continuidade no interruptor exato. Este guia explica a lógica do interruptor de báscula ON-ON-ON, o mapeamento de terminais, os testes em bancada e a seleção de OEM. As fotografias de produtos LEMA ilustram a forma física da báscula DPDT e a disposição de seis terminais. A referência LT3230C mencionada é ON-OFF-ON, pelo que a sua fotografia exterior não deve ser tratada como prova dos contactos internos ON-ON-ON. ON-ON-ON é uma sequência de contactos, não uma aparência. As básculas de três posições podem partilhar a mesma alavanca, casquilho e pegada de terminais, embora tenham sequências internas diferentes. O ON-OFF-ON abre ambos os polos no centro. O ON-ON utiliza duas posições retidas. As funções momentâneas são apresentadas entre parênteses, tais como (ON)-OFF-(ON). O ON-ON-ON mantém uma ligação definida em todas as posições. O código de encomenda e a tabela de contactos, e não o número de cliques ou terminais, distinguem-nos. MarcaçãoPosições da alavancaComportamento centralNão assumirON-ONTendências mantidasSem retenção centralNão é um seletor de três modosON-OFF-ONTrês mantidas ou mistasAmbos os polos normalmente abertosO centro não é uma rota ativaON-ON-ONTrês mantidasContactos ativos desfasados ou definidosO padrão central não é universal(ON)-OFF-(ON)Extremidades momentâneasCentro abertoA alavanca não fica nas extremidades Alguns fornecedores publicam mais do que um padrão de contactos centrais ON-ON-ON. Uma fonte de cablagem de guitarra pode chamá-los de Tipo I e Tipo II; as fichas técnicas industriais podem utilizar uma tabela verdade de contactos. Ambas as descrições significam que o montador deve verificar a variante exata. Um desenho familiar de seis terminais de outro...

Ler mais
Entrada IEC C20 vs Entrada C14 para Alimentação de Equipamentos
Blog LEMA Electric

Entrada IEC C20 vs Entrada C14 para Alimentação de Equipamentos

As tomadas IEC C14 e C20 são tomadas com ligação à terra da família IEC 60320, mas são interfaces diferentes e não são intercambiáveis. A C14 encaixa num conector de cabo C13; a C20 encaixa num conector C19. O C20 é a opção de maior dimensão, utilizada quando a corrente de entrada do equipamento excede a que uma implementação C14 aprovada pode fornecer. A classificação final nunca é selecionada apenas com base na forma: verifique a tomada exata, o conjunto de cabo, o fusível, a cablagem, o terminal, a temperatura ambiente, as homologações e as regras do mercado de destino como um sistema único de entrada de energia. Esta comparação entre as tomadas C20 e C14 destina-se à conceção de equipamento OEM. A atual biblioteca de imagens de produtos da LEMA fornece uma referência à tomada IPZ do tipo C14; por isso, as fotografias abaixo não pretendem, deliberadamente, mostrar um produto C20 da LEMA. Identidades dos conectores e pares de acoplamento A tomada macho do lado do equipamento é designada por C14 ou C20; o conector fêmea do lado do cabo é, respetivamente, C13 ou C19. Os contornos diferentes ajudam a evitar uma combinação de acoplamento indesejada. A norma IEC 60320-1 estabelece os requisitos gerais para os acopladores de aparelhos, enquanto a norma IEC 60320-3 contém as fichas técnicas e os calibres que definem a compatibilidade dimensional. A atual publicação IEC 60320-1 aplica-se a conectores de aparelhos integrados em equipamentos, e a IEC 60320-3 abrange as dimensões normalizadas. Ponto de decisão: Entrada C14, Entrada C20, Ação do OEM: Conector do cabo de ligação: C13, C19, Especificar tanto a entrada como o conjunto de cabos aprovado, Interface física: Geometria de folha padrão mais pequena, Geometria maior, com chave diferente, Utilizar o desenho exato do recorte do fabricante, Classe de corrente: Entrada comum de equipamento de corrente mais baixa, Mais elevadaopção IEC 60320 de corrente mais elevada. Utilizar a classificação marcada/aprovada para o mercado e a temperatura. Impacto típico no sistema: Ecossistema de recorte e cabo mais pequeno; Requisitos mais elevados para a entrada, o cabo e os condutores. Rever em conjunto o fusível, os terminais, a secção do fio e o aumento térmico. Substituição direta: Não; o conector, o recorte e o conjunto de cabos diferem. Reavaliar o projeto completo da entrada de alimentação. Uma forma abreviada comum descreve o C14 como uma interface internacional de 10 A e o C20 como uma interface internacional de 16 A, sendo possíveis diferentes valores aprovados...

Ler mais
Ligação de Interruptor de Botão de Pressão de 5 Pinos com LED
Blog LEMA Electric

Ligação de Interruptor de Botão de Pressão de 5 Pinos com LED

Um botão de pressão iluminado típico de 5 pinos contém duas partes eletricamente separadas: um comutador de três terminais marcado como COM, NA e NF, mais dois terminais para a lâmpada. Cablagem e teste essas partes de forma independente. Com a alimentação desligada, identifique COM–NA e COM–NF por continuidade; depois, confirme a tensão nominal da lâmpada e, no caso de um LED, a sua polaridade. Não copie um código de cores ou a posição dos terminais de outra marca. O desenho exato da LEMA e as marcações para a variante de PBS selecionada devem determinar a ligação final. Este guia explica a lógica por trás de um esquema de ligações de um interruptor de botão de pressão de 5 pinos, sem apresentar um único esquema de terminais como universal. Aborda o controlo momentâneo, a iluminação constante e comutada, as entradas de PLC, a colocação em funcionamento e a informação que um OEM deve incluir no seu desenho. Separe o circuito de contactos do circuito de iluminação A secção de contactos é normalmente um contacto comutador SPDT. O COM é o terminal comum móvel. Em repouso, o COM está ligado ao NF e isolado do NA. Quando o mecanismo é totalmente acionado, o COM liga-se ao NA e desliga-se do NF. Os dois terminais restantes alimentam a lâmpada. A sua tensão não é obrigatoriamente igual à do circuito de carga e um LED requer normalmente a polaridade especificada. Alguns dispositivos iluminados incluem limitação de corrente para uma alimentação declarada; outros requerem um circuito externo. Trate a ficha técnica do produto como a autoridade. Função do terminalEstado em repousoEstado enquanto acionadoVerificaçãoCOMCaminho comum para NFCaminho comum para NAContador de continuidade com a alimentação desligadaNAAberto face a COMFechado face a COMRegistar a resistência em ambas as posiçõesNFFechado face a COMAberto face a COMRegistar a resistência em ambas as posiçõesLâmpada + / ânodoDepende do comportamento de iluminação desejadoMarcação na ficha técnica e teste de baixa tensão controladoLâmpada − / cátodoRetorna à alimentação aprovada da lâmpadaMarcação na ficha técnica; não deduzir a partir da cor do fio A tabela descreve uma disposição comum,...

Ler mais
Formação de gelo nos interruptores de fim de curso: distinguir as classificações de temperatura baixa do comportamento dos actuadores congelados
Blog LEMA Electric

Formação de gelo nos interruptores de fim de curso: distinguir as classificações de temperatura baixa do comportamento dos actuadores congelados

Limit switch icing must be reviewed separately from a published low-temperature limit or an ingress rating. A switch may remain within a stated ambient range while external ice prevents the roller, lever or machine target from moving as intended. Define the cold and moisture sequence, review the exact product documentation and verify the installed mechanism under representative conditions. For the LEMA LZ1 family, this guide provides application questions only. It assigns no freezing-weather rating, ice resistance or guaranteed return behavior to a particular LZ1 variant and does not authorize use outside its documented conditions. Describe how ice could reach the mechanism Begin with the installation rather than a generic winter label. Is the switch outdoors, near a cold doorway or inside equipment that changes temperature? Can water reach the actuator, target or bracket? Does the machine remain idle between cycles? The exposure sequence may be more important than the lowest weather forecast because ice formation depends on the local conditions and available moisture. The Met Office explanation of freezing rain describes one way liquid water can form ice on surfaces. It provides environmental background, not a switch test specification. An installation may also have other moisture sources or freezing sequences. Identify the conditions relevant to the actual equipment rather than assuming that every cold-weather problem is freezing rain. Record differences between operating and idle states. A moving machine may expose a different part of the actuator from a parked machine. A cover can protect one direction while allowing water from another. Photographs and an installation sketch can make those assumptions clear, but they do not establish resistance without the appropriate product evidence and verification. Dry LZ1 actuator in a winter-scene...

Ler mais
Declarações sobre Interruptores Isentos de Halogéneos: Definir o Âmbito Antes de Aceitar a Alegação
Blog LEMA Electric

Declarações sobre Interruptores Isentos de Halogéneos: Definir o Âmbito Antes de Aceitar a Alegação

A halogen-free switch declaration needs an agreed definition, material boundary and evidence basis before it can support purchasing acceptance. The phrase alone does not identify which substances were considered, which parts were included or how the conclusion was established. For the LEMA KW7 family, request information for the complete ordered configuration and the customer's actual requirement. This article does not claim that a KW7 variant is halogen free or supply a universal numerical threshold. It explains how to turn an ambiguous environmental request into a specific, reviewable evidence record. Define the term before asking for compliance Different documents and product sectors can use halogen-content terminology within different scopes. A procurement statement should therefore name the required definition and applicable document instead of relying on a familiar phrase. The IEC Guide 122 publication addresses consistent terminology related to halogen content in IEC standards. Its existence is a reason to clarify scope, not permission to assign one threshold to every electrical component. Ask the customer whether the requirement concerns the complete switch, particular homogeneous materials, added cable or another defined boundary. Identify which elements or substance groups are covered by the requested claim and how the acceptance criteria are expressed. If the requirement comes from an internal purchasing specification, retain its revision and any customer interpretation that affects the scope. Do not copy a threshold from a printed-circuit-board material standard into an unrelated switch request without an applicable basis. A rule can be valid for its stated subject while failing to answer a different procurement question. Have the responsible customer or equipment reviewer resolve the intended definition before asking a supplier to sign a broad statement. Intact KW7 housing on a cream...

Ler mais
Entrada de alimentação CTI: Correlacionar as evidências de rastreio com o material isolante real
Blog LEMA Electric

Entrada de alimentação CTI: Correlacionar as evidências de rastreio com o material isolante real

Power inlet comparative tracking index, or CTI, is evidence about the surface-tracking behavior of an insulating material under a specified test. It is not the inlet's working-voltage rating, a flame class or a universal creepage distance. Match the material record to the exact molded part, then use the applicable equipment requirements for the insulation assessment. For the LEMA IPZ family, this means requesting a documented connection between the ordered component and its actual insulating material. This guide supplies no CTI value, material group or approved spacing for an unidentified IPZ version. Understand the question CTI is intended to answer Insulating surfaces can be exposed to electrical stress and contamination under defined conditions. CTI provides a comparative material property determined by its test method. The result belongs to the evaluated material and its documented conditions. It should not be treated as a complete prediction of every surface or every installation in which that material might later appear. The UL plastics testing overview identifies electrical tracking among material-evaluation questions and references related procedures. The IEC insulation coordination publication covers clearances, creepage and solid-insulation criteria within its scope. Together these sources explain why material evidence and equipment insulation assessment are connected but remain separate tasks. Start an inquiry by asking what conclusion the equipment team needs. If the issue is an unknown resin grade, measuring an external dimension will not answer it. If the issue is a finished-assembly path, a material index alone will not close it. Naming the missing input prevents a document collection exercise from being mistaken for an engineering acceptance decision. IPZ-4 male inlet on a dark desk beside separate tools. Product-reference illustration; not a certification, laboratory result or approved...

Ler mais
Evidências do ensaio de fio incandescente na entrada de alimentação: testes separados do material e do produto final
Blog LEMA Electric

Evidências do ensaio de fio incandescente na entrada de alimentação: testes separados do material e do produto final

Power inlet glow-wire evidence must identify whether the result concerns a material specimen or the finished component under a defined test. GWFI, GWIT and glow-wire end-product testing answer related but different questions. A resin result or a UL 94 flame class cannot automatically be relabeled as an inlet's end-product glow-wire approval. For the LEMA IPZ family, request the exact version, material identity and applicable test documentation before making a procurement claim. This guide explains the evidence boundary; it assigns no glow-wire temperature, pass result or equipment approval to a photographed IPZ inlet. Identify the requirement before requesting a number Buyers sometimes ask for a glow-wire temperature without stating the equipment, standard or test type. That can produce a technically accurate supplier answer that addresses the wrong question. Begin with the end-product requirement and the exact component role. The responsible equipment reviewer should determine which evidence is applicable and whether further assessment is required. The UL electric ignition source overview distinguishes glow-wire end-product testing from material flammability and ignition-temperature evaluations. The UL plastics standards overview places these methods within the wider plastics-evaluation framework. These sources support a comparison of test identities; they do not provide a result for an IPZ housing or an exemption for a particular machine. Write the required evidence in the purchase specification using the applicable method and document reference. If the customer's requirement is unclear, resolve it before selecting a favorable number from a resin record. A reply saying “our plastic is flame retardant” does not identify the method, specimen conditions or finished-part boundary needed for an informed decision. Three male blades and mounting flange of an IPZ-4 inlet. Product-reference illustration; not a certification, laboratory result or...

Ler mais
Microinterruptor – Corrosão por Enxofre: Investigação de Evidências de Exposição dos Contactos
Blog LEMA Electric

Microinterruptor – Corrosão por Enxofre: Investigação de Evidências de Exposição dos Contactos

Micro switch sulfur corrosion should be investigated as a possible environmental mechanism, not diagnosed from contact intermittence alone. Establish the actual contact construction, identify plausible sulfur-bearing exposure and compare failed samples with controlled evidence before assigning a cause. For the LEMA KW7 family, obtain the exact variant's material and environmental information. This article does not claim that every KW7 contact contains silver, that a particular unit is sulfur damaged or that an enclosure eliminates corrosive gases. The goal is an evidence-based investigation that separates exposure, material response and the observed electrical fault. Start with a defined symptom and sample history Intermittent operation can arise from several sources: motion, a connection, contact behavior, wiring or the measurement system. Record what the machine did, the contact state expected and how the event was observed. Preserve timestamps and operating conditions where practical. An environmental hypothesis becomes more useful when it can be compared against repeatable observations rather than a general report that the switch is unreliable. Keep failed samples with their lot identity, location and handling history. Avoid cleaning, scraping or repeatedly cycling them before deciding what evidence is needed. Such actions can change the surface or the electrical behavior under investigation. Safe isolation and qualified handling remain necessary; preserving evidence does not mean leaving faulty equipment in operation. Use the micro switch failure investigation guide to organize alternative explanations. The present article focuses on sulfur-related exposure rather than replacing that wider diagnosis. A credible conclusion should explain why the observed evidence supports this mechanism and why the most plausible competing explanations have been considered. Intact KW7 switch on a dark blue background with no simulated corrosion. Product-reference illustration; not a certification, laboratory...

Ler mais
Teste de Vida Acelerado de Microinterruptores: Verifique o Modelo Antes da Extrapolação
Blog LEMA Electric

Teste de Vida Acelerado de Microinterruptores: Verifique o Modelo Antes da Extrapolação

Micro switch accelerated life testing can shorten the time needed to investigate a failure mechanism, but it cannot turn an arbitrary harsh test into a credible service-life prediction. Define the intended use, identify the mechanism being accelerated and justify the relationship between test stress and service conditions before extrapolating. For the LEMA KW7 series, request evidence for the exact variant and duty. No acceleration factor, field reliability or guaranteed lifetime is assigned here. A switch that survives rapid unloaded cycling has answered a different question from a loaded switch tested under a justified acceleration model. Decide what decision the test must support Begin with the engineering decision. A team may want to compare design variants, discover weak construction, establish a qualification result or estimate life under a specified duty. These are different objectives. A test designed to expose weaknesses can be useful without supporting a numerical life prediction. Name the objective before ordering fixtures or selecting an elevated stress. The NIST accelerated life test guidance describes planning around stress levels, samples, observation time and models. The NASA accelerated testing knowledge base discusses accelerated exposure as a way to reveal failures sooner. These are general reliability resources. Neither provides a validated model or a qualified test profile for a particular LEMA switch. Write the proposed conclusion in advance. “Variant A showed fewer failures under this test” is narrower than “Variant A will last a specified number of years in every machine.” The second statement requires a chain of assumptions and evidence that the first does not. Making the intended conclusion explicit helps prevent a useful development experiment from being promoted into an unsupported sales claim. KW7 roller-lever switch beside a closed...

Ler mais
Interruptor de Pé de Segurança com Proteção: Seleção e Posicionamento
Blog LEMA Electric

Interruptor de Pé de Segurança com Proteção: Seleção e Posicionamento

Um interruptor de pedal de segurança não se define por uma proteção amarela ou por um símbolo de aviso. Um comando de pedal protegido pode reduzir a acionamento não intencional do pedal, mas o funcionamento seguro da máquina depende de todo o sistema: os perigos da máquina, a proteção do ponto de operação, a lógica de controlo, a resposta a falhas, a posição de montagem, o acesso do operador e a validação. Para um comprador que compare pedais protegidos, especifique primeiro a que acionamento acidental a cobertura deve resistir e que movimento intencional do pé deve permitir. Depois, confirme os pormenores mecânicos e elétricos exatos do pedal em questão e mande avaliar a função de segurança da máquina por uma pessoa qualificada. Este guia utiliza a construção real do interruptor de pedal protegido da série LF da LEMA como um exemplo de seleção, sem reivindicar uma certificação de segurança não verificada. Imagem original do produto e respetivas dimensões do LEMA LF-62. A proteção amarela visível cobre dois pedais cinzentos; trata-se de um elemento de proteção físico, e não de uma evidência de uma função de segurança certificada. O que faz um interruptor de pedal protegido Um interruptor de pedal permite que um operador inicie ou controle a função de uma máquina, mantendo as mãos livres. Uma cobertura protetora ou resguardo pode dificultar que a queda de um objeto, a pisadela de outra pessoa ou um movimento lateral não intencional pressionem o pedal. A forma, a abertura, as paredes laterais e a localização são importantes: uma cobertura que pareça robusta num catálogo ainda pode permitir a entrada de um objeto pela parte frontal ou que um calçado alcance o pedal sem intenção. O risco real deve ser testado na instalação pretendida. No caso de prensas mecânicas de potência, a orientação da OSHA dos EUA sobre controlos de pés adverte que os controlos de pés deixam as mãos do operador livres e não separam, por si só, as mãos do ponto de operação. Também identifica a ativação inadvertida do pedal como um perigo e exige proteção e outras salvaguardas nas aplicações de prensas relevantes. Isso é um...

Ler mais
Cablagem do Interruptor de Alavanca de 6 Pinos: Verificar a Disposição dos Terminais de um DPDT
Blog LEMA Electric

Cablagem do Interruptor de Alavanca de 6 Pinos: Verificar a Disposição dos Terminais de um DPDT

A cablagem de um interruptor de báscula de 6 pinos refere-se habitualmente a um interruptor de duplo pólo e duplo curso (DPDT): dois conjuntos de contactos de comutação independentes acionados por uma única alavanca. Cada pólo tem um terminal comum e dois cursos possíveis, resultando em seis terminais externos. Não faça a cablagem de um interruptor com base apenas na contagem de pinos ou numa fotografia genérica. Identifique o modelo exato e a sua ação LIGADO-LIGADO (ON-ON), LIGADO-DESLIGADO-LIGADO (ON-OFF-ON), momentânea ou outra; em seguida, teste a continuidade dos terminais desenergizados em todas as posições da alavanca. Só após esse mapeamento é que uma pessoa qualificada deve ligar um circuito que se adeque às especificações nominais do interruptor e ao projeto de proteção do equipamento. Este guia centra-se na identificação e verificação dos terminais, e não numa disposição de pinos universal não testada. Fotografia original do produto LEMA LT2220C. É possível inspecionar seis terminais planos a partir deste ângulo; o seu mapeamento funcional deve ainda assim ser verificado a partir do desenho exato e do teste de continuidade. O que significam seis terminais – e o que não significam Uma báscula DPDT é funcionalmente constituída por dois contactos de comutação SPDT movidos em conjunto. O pólo A e o pólo B são eletricamente separados até que um circuito externo os ligue. Cada pólo tem um terminal comum que se liga a um curso numa posição e ao outro curso na posição oposta. O interruptor pode encaminhar dois sinais independentes, ou ser disposto para outra aplicação adequada após o projetista do circuito verificar as especificações nominais e o comportamento em caso de avaria. Seis terminais não revelam qual a patilha física que é comum num determinado modelo, nem revelam se a posição central é DESLIGADO (OFF). O manual do laboratório de eletrónica da City Tech trata um DPDT como uma entrada de dois estados e diz explicitamente aos alunos para verificarem a continuidade, uma vez que um interruptor real pode diferir do padrão ilustrado. Um livro de aluno do Departamento de Educação Básica da África do Sul explica um DPDT como dois...

Ler mais
Vida Elétrica vs Vida Mecânica de um Micro Switch: O que Significam as Classificações
Blog LEMA Electric

Vida Elétrica vs Vida Mecânica de um Micro Switch: O que Significam as Classificações

A vida elétrica versus a vida mecânica de um microswitch compara dois testes de resistência diferentes. A vida mecânica conta as operações a uma velocidade e curso indicados, sem uma carga de contactos energizada. A vida elétrica conta as operações enquanto os contactos comutam uma tensão, corrente e tipo de carga especificados. Os valores não são intermutáveis, e nenhum deles constitui uma promessa de vida útil em calendário para uma máquina acabada. Um comprador deve solicitar as condições de teste do modelo exato e, em seguida, compará-las com a taxa de atuação real da máquina, o curso excessivo, a corrente de pico, o ciclo de trabalho, o ambiente e o risco de falha aceitável. Este guia explica como ler esses valores sem inventar uma classificação de vida útil para uma peça LEMA que não tenha sido testada no seu conjunto. Fotografia do produto original da série LEMA KW12. O êmbolo e a alavanca afetam a forma como o interruptor é acionado; a imagem em si não estabelece uma classificação de vida útil em ciclos. O que é a vida mecânica? A vida mecânica, também designada por durabilidade mecânica, descreve o número de operações completas do interruptor alcançadas num teste mecânico indicado, normalmente com o circuito de contactos não energizado. Uma operação significa que o atuador é deslocado através da sua sequência especificada de funcionamento e libertação, e não apenas tocado. O teste deve definir a frequência de operação, o curso ou curso excessivo, a velocidade de funcionamento, a montagem e o critério utilizado para declarar a falha do interruptor. Um mecanismo pode perder a sua ação de pré-carga (snap action), a força da mola, o comportamento de retorno ou a estabilidade dimensional, mesmo que nenhuma carga elétrica seja comutada. A descrição da publicação IEC 61020-1 identifica os interruptores eletromecânicos como dispositivos que alteram uma ligação elétrica através do movimento mecânico dos contactos e refere que a especificação genérica aborda a terminologia e os métodos de teste. Trata-se de um enquadramento útil, e não de evidência de que um determinado modelo KW12 atinge um valor de resistência específico. Para a vertente mecânica de um modelo adquirido, solicite ao fabricante...

Ler mais